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TRÂNSITO E O IDOSO • MOVIMENTO MAIO AMARELO

 

A vulnerabilidade dos idosos nas vias e calçadas foi um dos temas trabalhados neste mês de Maio. As atividades integram as ações promovidas no Maio Amarelo que segue até sexta –feira  (29).

Os idosos participaram de atividades teóricas e práticas. Foram abordados temas como orientações sobre sinalização, travessia na faixa de pedestres, estas orientações são necessárias para que nos passeios em locais de grande circulação de veículo sintam-se mais seguros.
As atividades são voltadas para a valorização da vida. Trabalhar com os idosos é muito importante. Nós os orientamos em função da mobilidade reduzida, devido à idade, e ao cuidado redobrado que eles devem ter no trânsito mesmo quando estão acompanhados.
O projeto é realizado no intuito de trazer mais segurança, mais confiança aos nossos idosos durante os passeios externos que realizamos pelo menos uma vez por mês.

A atividade aconteceu na própria instituição, com ajuda dos cuidadores, levando em conta as limitações de cada idoso, como a mobilidade reduzida e a redução da capacidade da visão e cognitivo.

Foram convidados Sargento Ferreira e Tenente Zélia, da BPMTran operacional da PMMS especializada no policiamento ostensivo de trânsito, que através de um vídeo (publicado em nosso canal do instagram IGTV) detalharam o tema de uma forma oficial.

 

 

 

Autora do texto desenvolvido: Elza Alencar Oliveira Pedagoga

Foto e Produção: Joyce Zanni | Marketing

 

 

 

FEVEREIRO ROXO IMPACTA EM ATIVIDADES COGNITIVAS

A profissional da instituição Elza Alencar, acrescenta ao mês de conscientização do Mal de Alzheimer, uma forma de melhora na qualidade de vida com as atividades que desenvolve.

 

Atividade da foto: Aula de culinária Pedagoga Elza juntamente aos idosos da instituição

Atividade da foto: Aula de culinária desenvolvida pela Pedagoga

 

 

Na Doença de Alzheimer e demências similares alguns tipos de atividades se tornam fundamentais, uma vez que colabora com o tratamento medicamentoso. Sua função é estimular as capacidades da pessoa de modo a obter um funcionamento o mais aproximado possível da autonomia, procurando atrasar o processo demencial. Ao estimular a pessoa, pretende-se maximizar as potencialidades residuais das estruturas subjacentes à cognição, ajudando-a a compensar as suas dificuldades.

As atividades a serem realizadas não podem ser difíceis demais a ponto dos idosos apresentarem dificuldades de entendimento e resolução destes; e nem fáceis demais, a ponto dos exercícios não preencherem a proposta de esforço cognitivo para a sua resolução e assim eles perderem o interesse pelas atividades e o mais importante é que família e cuidadores motivem os idosos a realizar as tarefas assim proporcionando uma maior interação entre os idosos, os profissionais e a família.

 

Algumas atividades que podemos por em práticas e estimular a percepção  cognitiva de cada um.

 

Ter um calendário em local visível e acessível,  de preferência de letras garrafais e espaço em branco para escrever, criar rotina de todo dia pela manhã ir até o calendário e circular o dia, quando a pessoa perguntar que dia é, peça para que ela olhe para o calendário, de manhã ela circula o número para que saiba qual dia da semana e do mês e do ano  que estamos.

 

Podemos fazer um álbum  de fotos, das pessoas que convivem ou conviveram com esse idoso, vale também fazer cadernos de receitas, livros músicas e poesias,  um tipo de memória biográfica. Depois de prontos mostrarmos à pessoa idosa e fazemos perguntas simples como quem são as pessoas da foto, nome, que comida mais gosta de comer e fazer, qual poesias e escritor mais gosta,  a intenção é estimular a percepção da pessoa, focar a atenção dela em detalhes e observar sua emoção diante das lembranças.

 

Criar rotina para a pessoa colaborar não só para a organização mas para estimular a lembrar que naquele horários ela precisa ajudar, um exemplo de atividades diárias é arrumar a mesa para as refeições como por toalhas, aparadores de panelas, os  pratos e talheres, e varrer a casa,  desta forma é possível trabalhar sua autoestima e autonomia nas atividades

 

Ler também é um meio muito eficaz para exercitar a memória, principalmente quando lemos em voz alta, trabalhamos o raciocínio lógico, e também memória, mas é preciso que a leitura seja interessante e que prenda a atenção do idoso, uma sugestão é que deixe ele escolher o que quer  ouvir.

 

Ajudar  nos  cuidados com plantar regar as flores; cuidar de uma pequena horta em casa  e até mesmo cozinhar (com supervisão para que não se machuque).

 

Existem vários Jogos simples como dominó, dama, cartas, bingo, que ajudam e melhoram a qualidade de vida na terceira idade.

 

A música é bem vinda sempre, então colocar músicas durante as atividades ajudam na interação desses , surgindo assim conversar sobre as músicas que ouviram na época de sua juventude, isso trabalha a memória recente.

 

Embora essas atividades pareçam à primeira vista algo muito simples, muitas pessoas que apresentam demência têm dificuldade em compreendê-las e realizá-las. É importante que cada atividade seja elaborada de acordo com a demanda de cada pessoa.

 

 

 

Autora do texto desenvolvido: Elza Alencar Oliveira Pedagoga

Foto e Produção: Joyce Zanni | Marketing

Fonte do texto desenvolvido: ampla google (online; 18/02/2020) e reflexões diárias da pedagoga)

 

 

 

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QUAL É A ÓTICA DO CARNAVAL: POR IRMÃ

 

 

Foto via online créditos online: ilustração ao tema.

A irmã Ystenilde que trabalha diretamente com os idosos da instituição aborda a temática da folia.

 

 

A festa

Ele é uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. Esses festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades.

 

É provável que as mais importantes festas ancestrais do Carnaval tenham sido as “saturnais”, realizadas na Roma antiga em exaltação a Saturno, deus da agricultura. Na época dessa celebração, as escolas fechavam, os escravos eram soltos e os romanos dançavam pelas ruas.

 

Havia até uma espécie de “bisavô” dos atuais carros alegóricos. Eles levavam homens e mulheres nus e eram chamados de carrum navalis, algo como “carro naval”, pois tinham formato semelhante a navios. Alguns pesquisadores enxergam aí a origem da palavra “carnaval”.

 

A maior parte dos especialistas, porém, acha que o termo vem de outra expressão latina: carnem levare, que significa “retirar ou ficar livre da carne”. Isso porque, já na Idade Média, essas velhas festividades pagãs foram incorporadas pela Igreja Católica, passando a marcar os últimos dias de “liberdade” antes das restrições impostas pela quaresma.

 

Nesse período de penitência para os cristãos (durante os 40 dias antes da Páscoa), o consumo de carne era proibido. A variação da data do Carnaval no calendário se deve justamente à ligação direta com a Páscoa – que, no Hemisfério Sul, sempre acontece no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia do outono.

 

Determinada a data do feriado cristão, basta retroceder 46 dias no calendário (40 da Quaresma mais seis da Semana Santa) para se chegar à Quarta-Feira de Cinzas.

 

A comemoração do Carnaval adquiriu diferentes formas nos países católicos que mantiveram a celebração. No Brasil, foi grande a influência do “entrudo”, uma folia feita em Portugal, onde eram comuns as brincadeiras com água.

 

Folia globalizada

 

A festa brasileira mistura brincadeiras e costumes de outros países com criações nacionais.

 

Brincadeira portuguesa, com certeza.

 

Em seus primórdios, no século 17, o Carnaval daqui não tinha música nem dança, brincava-se o entrudo, herança da colonização portuguesa. É daí que veio o costume das “guerras de água”.

 

Mas a artilharia daqueles tempos muitas vezes era mais pesada, com direito não só a baldes e latas d’água, como também a lama, laranjas, ovos e limões-de-cheiro — pequenas bolinhas de cera fina recheadas com água e outras substâncias.

 

Loucura

 

Outra tradição do Carnaval é o hábito de homens se vestirem com trajes femininos. Há registros disso na folia de rua desde o início do século 20.

 

“A explicação está na própria psicologia da festa, um espaço de inversão, em que se busca ser exatamente o que não se é no resto do ano”, diz a filóloga Rachel Valença, diretora do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio.

 

Abram alas para um ritmo carioca.

 

As marchinhas carnavalescas deram o tom da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do século 19. “Ó Abre Alas” é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval.

 

A “música para dançar” foi composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga, em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro, do Andaraí, no Rio de Janeiro.

 

Com o bloco na rua (do Rio)

 

Os blocos carnavalescos surgiram em meados do século 19. O primeiro de que se tem notícia é creditado ao sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira. Em 1846, ele saiu pelas ruas do Rio de Janeiro tocando um bumbo. A balbúrdia atraiu a atenção de outros foliões, que foram se juntando ao músico solitário.

 

 


Referência ao texto desenvolvido: <Amplo;online> Pela ótica de Irmã Ystenilde Figueiredo


Fonte do texto desenvolvido: <https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-a-origem-do-carnaval/; online; 18/02/2020>

Foto: via online <Pexels; 21/02/2020>

Produção: Joyce Zanni | Marketing

 

 

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A QUARTA-FEIRA DE CINZAS

 

 

 

Dia 26 de fevereiro, celebraremos como Igreja Católica, quarta-feira de cinzas, dando início à Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa do Senhor.

Este dia é um convite para todos os Cristão Católicas ao jejum, a oração e a penitencia, onde somos convocados a revisar a nossa vida, preparando-nos para viver com Jesus estes 40 dias de deserto, de conversão.

Durante a celebração desta quarta-feira, nos é imposta sobre a cabeça, as cinzas que provém da queima dos ramos utilizados no Domingo de Ramos do ano anterior, no momento da imposição o sacerdote nos convida a converter-nos, com as palavras: “convertei-vos e crede no Evangelho!”

As cinzas nos recorda de que somos pecadores, “que somos pó e ao pó voltaremos”, que precisamos reconhecer nossa própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. 

A imposição das cinzas, não é um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado que é chamado a assumir nesta caminhada quaresmal, nos ajudando a refletir sobre o gesto interior que nos convoca a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

Com este espírito os convido irmãos e irmãs a fazerem este caminho de coração aberto, para que o Senhor também possa fazer morada em ti, que você consiga fazer a experiência desta Deus todo amoroso, Crucificado e Ressuscitado por nós!

“Senhor, eu vos agradeço, por terdes morrido na Cruz pelo meu amor, meu Jesus misericórdia!”

 

Autora do texto desenvolvido: Irmã Ystenilde Figueiredo

Produção: Joyce Zanni | Marketing

 

 

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CAMPANHA DA FRATERNIDADE

 

 

A Campanha da Fraternidade é uma ação que surgiu na Igreja Católica no início dos anos 60, em Natal no Rio Grande do Norte, visando fazer um fundo de solidariedade para apoiar e ajudar pessoas carentes.
O projeto foi tão bem sucedida que no ano seguinte 16 dioceses do Nordeste aderiram a esta, passando assim a ser assumida pela Conferência dos Bispos do Brasil em 1964.


Hoje, a Campanha da Fraternidade é celebrada durante o período da quaresma, a nível nacional, a cada cinco anos é promovida de forma ecumênica em conjunto com outras Igrejas de denominações cristãs.
Este ano de 2020 a Campanha da Fraternidade tem como Tema: Fraternidade e Vida: Dom e compromisso e como Lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele!” (Lc 10, 33-34) Apresentando-nos como ícone o Bom Samaritano, sendo este o próprio Jesus que se aproxima do homem e da mulher que sofre.


O Lema é uma convocatória a todos os cristãos a irmos além do olhar, a tomarmos posições cristãs diante de tantas realidades que ameaçam a vida em nosso País, alguns exemplos são: crescimento do desemprego, busca por legalização do aborto, o grande aumento da ociosidade e o estresse que vive o nosso povo, o alto índice de automutilação, o crescente número de suicídios, os graves acidentes ocorridos, o tráfego humano, os conflitos religiosos, o feminicídio, dentre tantas outras coisas ocorrentes e recorrentes em nossas várias realidades. 


A indiferença é um vírus perigoso da nossa época, não existirá futuro se fecharmos os nossos olhos a todas estas situações mencionadas acima, se a indiferença continuar sendo o motor que conduz as nossas vidas, certamente não teremos futuro. Vivemos em uma sociedade com o rosto de Caim e Deus continua nos perguntando: Onde está o teu irmão? 


O nosso olhar de cristãos, precisa ser o olhar da fé, ao mesmo tempo que identificamos as sombras, precisamos enxergar as luzes, tomar atitudes como as de Jesus que nos revela o amor da Trindade. Um olhar iluminado pelo olhar de Cristo que do madeiro da Cruz, perdoou os nossos pecados “Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!” (Lc 23, 34).


O Papa Francisco nos convida a atender os mandatos de Jesus que nos diz: “Vai e faça tu o mesmo!” e continua nos dizendo que muitos viram, mais só um “encheu-se de compaixão”, se deixou tocar pelo coração, pelas entranhas... precisamos colocar mais coração nas nossas mãos para deixar-nos tocar pelas realidades. 
Como a Ir. Dulce – o Anjo bom da Bahia, somos chamados a oferecer o nosso abraço, a saber nos colocar no lugar do outro, a ter muito amor, paz, paciência e serenidade para poder lidar com o pobre, precisamos criar espaços de convivência para poder incluir quem está à margem, nos ensina também a Santa do Pobres, que precisamos “ter mente, coração e mãos para tocar o pobre, alimentar o pobre e cuidar do pobre”, fazendo isso com o próprio Cristo. Porque “quando Deus está presente, o pobre é respeitado”!
Disse Dom Murilo Krieger, Arcebispo Primaz da Bahia na homilia de beatificação da Ir. Dulce.
 

Nos arrisquemos Irmãos, nesta aventura de amor, paixão e compaixão, o mundo precisa de você, o mundo precisa de nós.

 

Autora do texto desenvolvido: Irmã Ystenilde Figueiredo

Produção: Joyce Zanni | Marketing