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FEVEREIRO ROXO IMPACTA EM ATIVIDADES COGNITIVAS

A profissional da instituição Elza Alencar, acrescenta ao mês de conscientização do Mal de Alzheimer, uma forma de melhora na qualidade de vida com as atividades que desenvolve.

 

Atividade da foto: Aula de culinária Pedagoga Elza juntamente aos idosos da instituição

Atividade da foto: Aula de culinária desenvolvida pela Pedagoga

 

 

Na Doença de Alzheimer e demências similares alguns tipos de atividades se tornam fundamentais, uma vez que colabora com o tratamento medicamentoso. Sua função é estimular as capacidades da pessoa de modo a obter um funcionamento o mais aproximado possível da autonomia, procurando atrasar o processo demencial. Ao estimular a pessoa, pretende-se maximizar as potencialidades residuais das estruturas subjacentes à cognição, ajudando-a a compensar as suas dificuldades.

As atividades a serem realizadas não podem ser difíceis demais a ponto dos idosos apresentarem dificuldades de entendimento e resolução destes; e nem fáceis demais, a ponto dos exercícios não preencherem a proposta de esforço cognitivo para a sua resolução e assim eles perderem o interesse pelas atividades e o mais importante é que família e cuidadores motivem os idosos a realizar as tarefas assim proporcionando uma maior interação entre os idosos, os profissionais e a família.

 

Algumas atividades que podemos por em práticas e estimular a percepção  cognitiva de cada um.

 

Ter um calendário em local visível e acessível,  de preferência de letras garrafais e espaço em branco para escrever, criar rotina de todo dia pela manhã ir até o calendário e circular o dia, quando a pessoa perguntar que dia é, peça para que ela olhe para o calendário, de manhã ela circula o número para que saiba qual dia da semana e do mês e do ano  que estamos.

 

Podemos fazer um álbum  de fotos, das pessoas que convivem ou conviveram com esse idoso, vale também fazer cadernos de receitas, livros músicas e poesias,  um tipo de memória biográfica. Depois de prontos mostrarmos à pessoa idosa e fazemos perguntas simples como quem são as pessoas da foto, nome, que comida mais gosta de comer e fazer, qual poesias e escritor mais gosta,  a intenção é estimular a percepção da pessoa, focar a atenção dela em detalhes e observar sua emoção diante das lembranças.

 

Criar rotina para a pessoa colaborar não só para a organização mas para estimular a lembrar que naquele horários ela precisa ajudar, um exemplo de atividades diárias é arrumar a mesa para as refeições como por toalhas, aparadores de panelas, os  pratos e talheres, e varrer a casa,  desta forma é possível trabalhar sua autoestima e autonomia nas atividades

 

Ler também é um meio muito eficaz para exercitar a memória, principalmente quando lemos em voz alta, trabalhamos o raciocínio lógico, e também memória, mas é preciso que a leitura seja interessante e que prenda a atenção do idoso, uma sugestão é que deixe ele escolher o que quer  ouvir.

 

Ajudar  nos  cuidados com plantar regar as flores; cuidar de uma pequena horta em casa  e até mesmo cozinhar (com supervisão para que não se machuque).

 

Existem vários Jogos simples como dominó, dama, cartas, bingo, que ajudam e melhoram a qualidade de vida na terceira idade.

 

A música é bem vinda sempre, então colocar músicas durante as atividades ajudam na interação desses , surgindo assim conversar sobre as músicas que ouviram na época de sua juventude, isso trabalha a memória recente.

 

Embora essas atividades pareçam à primeira vista algo muito simples, muitas pessoas que apresentam demência têm dificuldade em compreendê-las e realizá-las. É importante que cada atividade seja elaborada de acordo com a demanda de cada pessoa.

 

 

 

Autora do texto desenvolvido: Elza Alencar Oliveira Pedagoga

Foto e Produção: Joyce Zanni | Marketing

Fonte do texto desenvolvido: ampla google (online; 18/02/2020) e reflexões diárias da pedagoga)

 

 

 

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QUAL É A ÓTICA DO CARNAVAL: POR IRMÃ

 

 

Foto via online créditos online: ilustração ao tema.

A irmã Ystenilde que trabalha diretamente com os idosos da instituição aborda a temática da folia.

 

 

A festa

Ele é uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. Esses festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades.

 

É provável que as mais importantes festas ancestrais do Carnaval tenham sido as “saturnais”, realizadas na Roma antiga em exaltação a Saturno, deus da agricultura. Na época dessa celebração, as escolas fechavam, os escravos eram soltos e os romanos dançavam pelas ruas.

 

Havia até uma espécie de “bisavô” dos atuais carros alegóricos. Eles levavam homens e mulheres nus e eram chamados de carrum navalis, algo como “carro naval”, pois tinham formato semelhante a navios. Alguns pesquisadores enxergam aí a origem da palavra “carnaval”.

 

A maior parte dos especialistas, porém, acha que o termo vem de outra expressão latina: carnem levare, que significa “retirar ou ficar livre da carne”. Isso porque, já na Idade Média, essas velhas festividades pagãs foram incorporadas pela Igreja Católica, passando a marcar os últimos dias de “liberdade” antes das restrições impostas pela quaresma.

 

Nesse período de penitência para os cristãos (durante os 40 dias antes da Páscoa), o consumo de carne era proibido. A variação da data do Carnaval no calendário se deve justamente à ligação direta com a Páscoa – que, no Hemisfério Sul, sempre acontece no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia do outono.

 

Determinada a data do feriado cristão, basta retroceder 46 dias no calendário (40 da Quaresma mais seis da Semana Santa) para se chegar à Quarta-Feira de Cinzas.

 

A comemoração do Carnaval adquiriu diferentes formas nos países católicos que mantiveram a celebração. No Brasil, foi grande a influência do “entrudo”, uma folia feita em Portugal, onde eram comuns as brincadeiras com água.

 

Folia globalizada

 

A festa brasileira mistura brincadeiras e costumes de outros países com criações nacionais.

 

Brincadeira portuguesa, com certeza.

 

Em seus primórdios, no século 17, o Carnaval daqui não tinha música nem dança, brincava-se o entrudo, herança da colonização portuguesa. É daí que veio o costume das “guerras de água”.

 

Mas a artilharia daqueles tempos muitas vezes era mais pesada, com direito não só a baldes e latas d’água, como também a lama, laranjas, ovos e limões-de-cheiro — pequenas bolinhas de cera fina recheadas com água e outras substâncias.

 

Loucura

 

Outra tradição do Carnaval é o hábito de homens se vestirem com trajes femininos. Há registros disso na folia de rua desde o início do século 20.

 

“A explicação está na própria psicologia da festa, um espaço de inversão, em que se busca ser exatamente o que não se é no resto do ano”, diz a filóloga Rachel Valença, diretora do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio.

 

Abram alas para um ritmo carioca.

 

As marchinhas carnavalescas deram o tom da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do século 19. “Ó Abre Alas” é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval.

 

A “música para dançar” foi composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga, em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro, do Andaraí, no Rio de Janeiro.

 

Com o bloco na rua (do Rio)

 

Os blocos carnavalescos surgiram em meados do século 19. O primeiro de que se tem notícia é creditado ao sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira. Em 1846, ele saiu pelas ruas do Rio de Janeiro tocando um bumbo. A balbúrdia atraiu a atenção de outros foliões, que foram se juntando ao músico solitário.

 

 


Referência ao texto desenvolvido: <Amplo;online> Pela ótica de Irmã Ystenilde Figueiredo


Fonte do texto desenvolvido: <https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-a-origem-do-carnaval/; online; 18/02/2020>

Foto: via online <Pexels; 21/02/2020>

Produção: Joyce Zanni | Marketing

 

 

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A QUARTA-FEIRA DE CINZAS

 

 

 

Dia 26 de fevereiro, celebraremos como Igreja Católica, quarta-feira de cinzas, dando início à Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa do Senhor.

Este dia é um convite para todos os Cristão Católicas ao jejum, a oração e a penitencia, onde somos convocados a revisar a nossa vida, preparando-nos para viver com Jesus estes 40 dias de deserto, de conversão.

Durante a celebração desta quarta-feira, nos é imposta sobre a cabeça, as cinzas que provém da queima dos ramos utilizados no Domingo de Ramos do ano anterior, no momento da imposição o sacerdote nos convida a converter-nos, com as palavras: “convertei-vos e crede no Evangelho!”

As cinzas nos recorda de que somos pecadores, “que somos pó e ao pó voltaremos”, que precisamos reconhecer nossa própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. 

A imposição das cinzas, não é um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado que é chamado a assumir nesta caminhada quaresmal, nos ajudando a refletir sobre o gesto interior que nos convoca a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

Com este espírito os convido irmãos e irmãs a fazerem este caminho de coração aberto, para que o Senhor também possa fazer morada em ti, que você consiga fazer a experiência desta Deus todo amoroso, Crucificado e Ressuscitado por nós!

“Senhor, eu vos agradeço, por terdes morrido na Cruz pelo meu amor, meu Jesus misericórdia!”

 

Autora do texto desenvolvido: Irmã Ystenilde Figueiredo

Produção: Joyce Zanni | Marketing

 

 

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CAMPANHA DA FRATERNIDADE

 

 

A Campanha da Fraternidade é uma ação que surgiu na Igreja Católica no início dos anos 60, em Natal no Rio Grande do Norte, visando fazer um fundo de solidariedade para apoiar e ajudar pessoas carentes.
O projeto foi tão bem sucedida que no ano seguinte 16 dioceses do Nordeste aderiram a esta, passando assim a ser assumida pela Conferência dos Bispos do Brasil em 1964.


Hoje, a Campanha da Fraternidade é celebrada durante o período da quaresma, a nível nacional, a cada cinco anos é promovida de forma ecumênica em conjunto com outras Igrejas de denominações cristãs.
Este ano de 2020 a Campanha da Fraternidade tem como Tema: Fraternidade e Vida: Dom e compromisso e como Lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele!” (Lc 10, 33-34) Apresentando-nos como ícone o Bom Samaritano, sendo este o próprio Jesus que se aproxima do homem e da mulher que sofre.


O Lema é uma convocatória a todos os cristãos a irmos além do olhar, a tomarmos posições cristãs diante de tantas realidades que ameaçam a vida em nosso País, alguns exemplos são: crescimento do desemprego, busca por legalização do aborto, o grande aumento da ociosidade e o estresse que vive o nosso povo, o alto índice de automutilação, o crescente número de suicídios, os graves acidentes ocorridos, o tráfego humano, os conflitos religiosos, o feminicídio, dentre tantas outras coisas ocorrentes e recorrentes em nossas várias realidades. 


A indiferença é um vírus perigoso da nossa época, não existirá futuro se fecharmos os nossos olhos a todas estas situações mencionadas acima, se a indiferença continuar sendo o motor que conduz as nossas vidas, certamente não teremos futuro. Vivemos em uma sociedade com o rosto de Caim e Deus continua nos perguntando: Onde está o teu irmão? 


O nosso olhar de cristãos, precisa ser o olhar da fé, ao mesmo tempo que identificamos as sombras, precisamos enxergar as luzes, tomar atitudes como as de Jesus que nos revela o amor da Trindade. Um olhar iluminado pelo olhar de Cristo que do madeiro da Cruz, perdoou os nossos pecados “Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!” (Lc 23, 34).


O Papa Francisco nos convida a atender os mandatos de Jesus que nos diz: “Vai e faça tu o mesmo!” e continua nos dizendo que muitos viram, mais só um “encheu-se de compaixão”, se deixou tocar pelo coração, pelas entranhas... precisamos colocar mais coração nas nossas mãos para deixar-nos tocar pelas realidades. 
Como a Ir. Dulce – o Anjo bom da Bahia, somos chamados a oferecer o nosso abraço, a saber nos colocar no lugar do outro, a ter muito amor, paz, paciência e serenidade para poder lidar com o pobre, precisamos criar espaços de convivência para poder incluir quem está à margem, nos ensina também a Santa do Pobres, que precisamos “ter mente, coração e mãos para tocar o pobre, alimentar o pobre e cuidar do pobre”, fazendo isso com o próprio Cristo. Porque “quando Deus está presente, o pobre é respeitado”!
Disse Dom Murilo Krieger, Arcebispo Primaz da Bahia na homilia de beatificação da Ir. Dulce.
 

Nos arrisquemos Irmãos, nesta aventura de amor, paixão e compaixão, o mundo precisa de você, o mundo precisa de nós.

 

Autora do texto desenvolvido: Irmã Ystenilde Figueiredo

Produção: Joyce Zanni | Marketing